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E-commerce registra faturamento de R$ 8,4 bilhões só no primeiro semestre

26 setembro, 2011

A cada dia cresce o número de pessoas que aderem às compras online. Mais de quatro milhões de internautas fizeram a primeira compra pela internet no primeiro semestre deste ano, totalizando 27,4 milhões e-consumidores. O E-bit estima que o varejo eletrônico deva faturar em torno de R$18,7 bilhões até o final do ano. A expectativa para 2011 é de 26% de crescimento em todo o mundo

Neste início de ano, foram realizados 25 milhões de pedidos em seis meses em toda rede de e-commerce do País, o que gerou a rentabilidade de R$ 8,4 bilhões. Esse número equivale ao faturamento de todo o ano de 2008. E ainda espera-se que mais 54 milhões de pedidos sejam feitos. O índice de 86,54% de satisfação dos clientes com o comércio virtual faz com que a cada dia novas pessoas façam a primeira compra por uma loja virtual e se tornem e-consumidores assíduos.

Um dos pioneiros em e-commerce no país e com mais de oito mil itens na sua loja virtual, a Eletrônica Santana registrou crescimento de 105% no primeiro semestre deste ano se comparado ao mesmo período de 2010. Rubens Branchini Martins, diretor comercial, diz que seus consumidores gastaram a média de R$235, e os produtos mais vendidos são dos setores de informática, telefonia, segurança e automotivo. Até dezembro de 2012 Martins espera alcançar 220% em crescimento de vendas.

Fonte: Techlider

Qual o potencial e o que querem as mulheres da classe C

22 setembro, 2011

Mais anos de estudos, maior participação no mercado de trabalho e aumento do poder de compra. Estes pontos descrevem o perfil da mulher da classe C, que em 2036 compartilhará igualmente com os homens as despesas domésticas, segundo o Data Popular. A projeção está ligada ao crescimento de renda feminino da chamada nova classe média brasileira nos últimos cinco anos. Enquanto, as mulheres registraram uma elevação de 25,6% no período, os homens apresentaram uma expansão de apenas 15,1%.

O levantamento esboça ainda um crescimento maior do grupo social para 2014, somando um total de 58,3% do povo brasileiro, contra os 53,9% atuais. “Hoje há uma participação de 40% das mulheres e 60% dos homens em casa, mas daqui a 25 anos existirá uma situação equilibrada, 50% a 50%, na classe C”, declara Renato Meirelles, Diretor do Data Popular, em entrevista ao Mundo do Marketing.

No geral, juntas, as mulheres brasileiras deram um salto na sua renda, que passou de R$ R$ 519,3 bilhões para R$ 679,5 bilhões, um aumento de 30,8%. No mesmo período, os homens elevaram os seus ganhos em apenas 22,7%, saindo de R$ 868,3 bilhões para R$ 1,065 trilhão. Apesar das diferenças salariais entre os gêneros serem ainda altas, na nova classe média, esta barreira vem se estreitando, com a aproximação entre o valor das rendas feminina e masculina.

O que este novo consumidor deseja?
Não é mais novidade que o poder de consumo da classe C aumentou, mas a maior protagonista deste crescimento é a mulher, que passou a investir mais em educação e na sua aparência. De 2004 a 2009, o crescimento da escolaridade do público feminino da nova classe média foi de 65% no nível superior ou acima, o que demonstra a importância do estudo para esta mulher.

O consumo de produtos de beleza foi outro fator importante na construção do perfil da consumidora. Os gastos com cosméticos e derivados, de 2002 a 2010, passaram de R$ 6 bilhões para R$ 19,7 bilhões entre as compradoras da classe C, ao passo que as do topo da pirâmide aumentaram seu consumo de R$ 12,2 bilhões para R$ 15,8 bilhões. Da classe C feminina, 70% acreditam que quem cuida da aparência tem mais chances de sucesso, tanto que 66% delas buscam realizar refeições mais saudáveis e balanceadas e 39% desejam emagrecer.

Além dos cuidados pessoais, as mulheres começaram a investir também na compra de automóveis. “Seis em cada 10 homens admitem que a mulher seja a responsável pelas finanças domésticas. Outro ponto que chama atenção é que a mulher escolhe o carro pela potência do veículo”, expõe Meirelles, em entrevista ao portal.

Como conquistar este novo público
Se há alguns anos, as mulheres da nova classe média sonhavam com computador, casa própria, universidade e viagem de avião, atualmente as ambições vão além. Com maior poder de compra nas mãos, as consumidoras desejam conquistar uma casa na praia, viajar mais, home theater e o próprio negócio. Há ainda uma previsão de que, em 2014, os desejos se tornem maiores, como uma pós-graduação e viagem internacional.

As marcas, no entanto, parecem não ter enxergado o potencial de consumo dessas mulheres e muitas não sabem com se dirigir a este público. As empresas não têm por hábito falar diretamente com esta consumidora, principalmente as companhias responsáveis pelas categorias de automóveis, bebidas e transações bancárias. As estratégias dessas corporações estão longe de se relacionar com a mulher e permanecem com foco no público masculino, que demonstra menor potencial de crescimento e decisão de compra. Para tentar reverter a situação, as marcas precisam conhecer melhor este grupo social e entender o que elas desejam.

“Hoje, as empresas erram por princípio básico: a direção de conteúdo para este público. Falam de preço, preço, preço e esquecem de argumentar sobre qualidade. A consumidora da nova classe média quer ouvir informações sobre custo e benefício. As marcas têm que justificar porque elas devem consumir determinado produto e apresentar motivos para que elas indiquem para as amigas”, destaca Meirelles.

Distinções de classe social
As mulheres da nova classe média têm ambições diferentes das do topo da pirâmide. As consumidoras desta faixa de renda buscam a independência financeira, por isso estão entrando no mercado de trabalho e aumentando seu grau de escolaridade, enquanto as mulheres da elite social diminuíram a sua participação no mercado e nos estudos.

Segundo o estudo do Data Popular, de 2002 a 2010, as mulheres da classe C passaram de 56,3% para 66,4% das universitárias do Brasil. As camadas A e B, entretanto, caíram de 13,2% para 5,6% e de 24,9% para 17,8%, respectivamente. A elite também busca produtos diferentes para o consumo, como smartphones, casa no campo e previdência privada.

Com mais dinheiro na bolsa, fica evidente o aumento do poder de decisão das mulheres dentro da casa. Hoje, a classe C feminina representa 60% do mercado de trabalho e 70% delas são responsáveis pelas compras domésticas, sendo que 71% das entrevistadas afirmam que planejam antes de comprar.

Importância da moradia
Alguns sonhos já se tornaram realidade. A pesquisa mostra que 66% das mulheres da classe C consideram a cozinha a parte mais importante da casa e agora já pensam em planejá-la do seu jeito. Além disso, 62% querem reformar e decorar suas moradias e, para realizar estes objetivos, criam o próprio crédito, poupando dinheiro para urgências e procurando pagar à vista.

Apenas as mulheres da classe C correspondem a 20% de consumo do mercado. São elas ainda as administradoras dos resultados dos homens. As marcas que entendem as facetas da classe C, como os setores de educação e perfumaria, que já são os produtos que ela mais consome, conseguirão se destacar.

“Se hoje uma marca pretende ser líder de mercado, ela tem que olhar com atenção o poder de consumo dessa classe, principalmente para a mulher, que é representante da decisão de compra e dos gastos domésticos”, explica Meirelles, em entrevista ao portal.

Fonte: Mundo do Marketing

Brasileiras não confiam em redes sociais para conhecer produtos

21 setembro, 2011

As mulheres querem se relacionar nas redes sociais, mas não utilizam estes canais para obter informações sobre marcas e produtos. É o que indica o estudo “Connectonomics Women”, realizado pelo Yahoo! Insights, em parceria com a Added Value, com 500 brasileiras que utilizam a web há pelo menos cinco anos.

De acordo com a pesquisa, o e-mail é o canal mais acessado pelas consumidoras, com 99%. Em seguida, aparecem os sites sobre assuntos específicos, com 91%, e as redes sociais, 88%. Já os portais de conteúdo são visitados por 78%. Cada um, no entanto, tem uma função específica. “As mulheres utilizam os canais para atender suas necessidades. Coletam informações de portais de conteúdo e sites especializados e se conectam por meio do e-mail e das redes sociais”, explica Nick Drew, Analista Sênior de Pesquisas do Yahoo! Insights.

A surpresa do estudo ficou por conta da afirmativa de que, para as mulheres, o conteúdo das redes sociais não é uma fonte confiávelpara conhecer marcas e produtos. “Elas não baseiam suas decisões pelas redes sociais, mas utilizam estes canais para compartilhar”, ressalta Drew.

Canais atendem diferentes necessidades
Na hora de procurar informações sobre o que consumir, as brasileiras preferem recorrer aos portais e sites específicos, em que conhecem diferentes pontos de vista sobre os produtos e encontram novas marcas, a partir do conteúdo postado por pessoas que consideram como especialistas. “Muitas mulheres no Brasil dizem que portais, e até e-mails, estimulam a testar produtos que não teriam comprado sem esse serviço”, explica o executivo do Yahoo! Insights.

Já as redes sociais são uma oportunidade para as empresasque desejam fidelizar e manter um relacionamento com os consumidores. “Todo mundo quer estar nas redes sociais. A chave é administrar a expectativa dos que já são usuários da marca, que gostam do produto e ficam satisfeitos em interagir. Novos usuários não acham a informação que precisam. As redes sociais devem manter os clientes atuais, ao invés de atrair novos”, conta Drew.

O levantamento procurou mapear o comportamento destas mulheres para descobrir o que buscam no ambiente digital e quais são suas necessidades e valores. De forma geral, as expectativas deste público estão ligadas a aspectos pessoais e sociais. Enquanto as mais jovens querem diversão e desejam se sentir livres e bem informadas, as mais velhas precisam ser parte de uma comunidade. Do total, 79% citaram o crescimento pessoal como o principal desejo, enquanto para 76% o objetivo é sentir-se viva. Aparecem ainda opções como “sentir-se apta” (55%), “estar informada” (53%) e “libertar-se” (52%).

Fonte: Mundo do Marketing

Entrega e devolução gratuita é o principal motivo para compra no e-commerce

16 setembro, 2011

O frete grátis é, por uma larga vantagem, o serviço oferecido que mais influencia compradores a adquirirem mais bens pela internet, de acordo com um estudo publicado em setembro de 2011 pela Compete. Dados de “The State of Online Retail” indicam que no segundo trimestre deste ano, 77% dos consumidores afirmaram que não pagar pela entrega os encorajou a comprar mais pela internet.

A devolução grátis foi o segundo serviço mais citado, lembrado por 56% dos entrevistados, o que faz com que o frete gratuito seja 39% mais popular que qualquer outro recurso oferecido em vendas pelo e-commerce. O terceiro serviço mais citado foi à opção de retorno de produtos via lojas físicas, com 43%.

As taxas de conversão em diversos setores online caíram entre o primeiro trimestre de 2010 e o de 2011. A maior exceção foram os equipamentos de escritório, que viram sua taxa de conversão experimentar um forte crescimento de 30%, indo de 5,4% para 7%. Equipamentos para o lar experimentaram um aumento de 10% em sua taxa, subindo de 1% para 1,1%, enquanto vestuário cresceu 4%, passando de 5,2% para 5,4%. Lojas de departamento tiveram uma taxa de conversão estável de 3,3%.

Por outro lado, o setor de eletrônicos teve uma queda na taxa de conversão de 25%, caindo de 1,6% para 1,2%, saúde e beleza despencou 20% – caiu de 6,4% para 5,3%, comércio de massa diminuiu em 15% a sua taxa, que era de 4% e foi para 3,4% e produtos para animais de estimação baixaram 13%, com sua taxa de conversão passando de 5,4% para 4,7%. Artigos para esporte tiveram a menor queda na taxa de conversão, de 5,5%.

Varejistas online especializados em eletrônicos, artigos esportivos e equipamentos de escritório perderam um número relativamente pequeno de visitantes entre o primeiro trimestre do ano passado e o deste ano. Enquanto isso, varejistas especializados em vestuário aumentaram o número de visitantes online em 25%, passando de 371 milhões para 463 milhões, as lojas especializada em produtos para animais de estimação teve um crescimento de 22% no número de visitantes, indo de 23 milhões para 28 milhões. Varejistas especializados em artigos para o lar também tiveram aumento em visitas.

Fora das lojas segmentadas, lojas de departamento tiveram um crescimento de 35% em seus visitantes, que passaram de 278 milhões para 375 milhões. Comércio de massa teve um aumento de apenas 15%, mas manteve larga vantagem na liderança, com 1,66 bilhões de visitantes.

As vendas ajustadas do e-commerce no segundo trimestre de 2011 cresceram 3% quando comparadas ao mesmo período do ano anterior, de acordo com estimativas do US Census Bureau. Com as vendas ajustadas pela variação sazonal, mas não pelos índices de preços, o varejo de e-commerce totalizou US$ 47,5 bilhões no segundo trimestre de 2011, subindo de um valor de US$ 46,1 bilhões no trimestre anterior.

Além disso, este número representou um aumento de 17,6% sobre os US$ 40,4 bilhões do primeiro trimestre de 2010. As vendas do e-commerce no segundo trimestre de 2011 representaram 4,6% do gasto total ajustado do trimestre no varejo, que foi de US$ 1,04 trilhão.

Fonte: E-Commerce News

Medida provisória deve impulsionar o mobile commerce no Brasil

15 setembro, 2011

O ministro da Ciência e Tecnologia do Brasil, Aloizio Mercadante, disse na manhã desta terça-feira (13) que até o final deste ano deve haver uma “enxurrada” de tablets no mercado brasileiro. Mercadante explica que o objetivo é incentivar a produção destes dispositivos em território nacional, reduzindo o preço em até 40% com relação aos importados. Alguns fabricantes já produzem componentes para tablets no país, como Samsung, Motorola, Semp Toshiba, Positivo e Aix.

A ótima notícia para mercado de mobile commerce no Brasil foi resultado da nova medida provisória (MP) aprovada na última semana pela Câmara dos Deputados, zerando a cobrança de PIS e COFINS sobre as vendas de tablets produzidos em território nacional. Outros impostos terão seus valores reduzidos, como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto sobre Importação, que juntos devem gerar uma economia entre 30% e 40% no preço final destes aparelhos, prevê o Ministério da Fazenda.

“Precisamos fortalecer a indústria nacional, softwares, games e componentes. Até o final do ano teremos uma enxurrada de tablets, com queda de 30 a 40%. Temos que estender essa opção para notebooks”, disse o ministro, que participa de audiência pública no Senado.

Ainda de acordo com Mercadante, as empresas devem atender alguns requerimentos exigidos pelo governo para que seja possível usufruir dos novos incentivos fiscais. De início, todos os fabricantes devem produzir tablets com 20% dos componentes brasileiros. Em três anos, o percentual requerido passa a ser de 80%.

A expectativa, com as novas regras na legislação, é que o e-commerce a partir de dispositivos móveis (mobile commerce) seja impulsionado pela produção em massa e a baixo custo destes aparelhos no Brasil. Segundo um estudo realizado pelo MEF, o Global Consumer Survey, 79% dos brasileiros proprietários de aparelhos móveis estão utilizando seus dispositivos para comprar ou pesquisar produtos virtualmente.

Além disso, outros estudos indicam que tanto no Reino Unido, como nos Estados Unidos, os tablets são o principal dispositivo de comércio online, o que leva a crer que no Brasil não será diferente, ressaltando a importância de se projetar sites especificamente para aparelhos móveis.

Fonte: E-Commerce News

Mobile Marketing deve movimentar US$ 56,5 bilhões nos EUA em 2015

2 agosto, 2011

O montante total de dinheiro gasto pelos profissionais de marketing digital dos EUA em promoções e publicidade em aparelhos móveis atingirá cerca de 56,5 bilhões de dólares em 2015, de acordo com um estudo da Mobitrove. O valor estimado é seis vezes os quase 9,3 bilhões de dólares gastos em 2010.

Mobitrove divide o mobile marketing em publicidade e promoções. Em 2010, as empresas norte-americanas gastaram cerca de duas vezes mais em publicidade móvel do que em promoções móveis (cerca de 3 bilhões de dólares).

Em 2015, as previsões Mobitrove sobre a comercialização do marketing em mídias móveis inclinam-se ainda mais a favor da publicidade. As projeções indicam que os gastos em publicidade móvel chegarão perto dos 41 bilhões de dólares, enquanto que as promoções nestes dispositivos teriam uma receita total de 15,8 bilhões de dólares, o que equivale a dizer que as companhias iriam gastar cerca de 2,5 vezes a mais em publicidade.

Olhando para o total da publicidade móvel nos EUA em 2010, torna-se claro que no ano passado, o foco dos comerciantes foi em campanhas nacionais. Dos cerca de US$ 6,3 bilhões gastos, cerca de 5,8 bilhões de dólares foram alocados para publicidade nacional, contra apenas US$ 500 milhões em publicidade local. Isso significa que aproximadamente 92% de todas as verbas de publicidade móvel foram gastos em nível nacional.

O gasto total em promoções móveis nos EUA mostra uma concentração ainda mais acentuada em nível nacional, com cerca 2,9 bilhões de um total de 3 bilhões de dólares gastos em campanhas nacionais, equivalendo a 97% do total gasto em 2010.

Três em cada 10 (29%) dos consumidores nos EUA fizeram ao menos uma compra via dispositivo móvel, de acordo com um estudo da Oracle e ATG. Os dados do estudo indicam que o número registrado em dezembro de 2010 é 123% maior que os 13% de consumidores que tinham feito uma compra por via móvel em Novembro de 2009.

Fonte: E-Commerce News

Digitalks Day em Curitiba conta com a presença do MOL

1 agosto, 2011

Presidente da empresa vai debater no evento paranaense a evolução da Internet
e o poder do marketing online

O MOL, agência focada em ações de marketing na Internet, participa de mais uma edição do Digitalks Day, que tem como objetivo levar as tendências do marketing digital e debater o mercado, através de palestras e painéis com os profissionais mais influentes do setor.

Esta edição será realizada em Curitiba, dia 11 de agosto, no Hotel Pestana Curitiba. Na ocasião, o presidente da empresa, Marcelo Abrileri, vai palestrar sobre a força do marketing online, como obter um melhor aproveitamento dele e, principalmente, do e-mail marketing, para divulgação de marcas e para vendas no mundo digital, além de orientar todas as etapas de planejamento e execução desse tipo de ação.

“Como os 30% mais economicamente ativos do mundo estão na Internet e como o crescimento na economia brasileira tem avançado cada vez mais, é de suma importância manter o foco no marketing digital. Então é preciso que as empresas pensem na Internet para divulgar marcas, produtos e serviços, trazendo um maior retorno financeiro”, afirma o executivo.

Serviço

Palestra Marcelo Abrileri – A evolução da Internet e o poder do Marketing Online

Horário: 11h10

Digitalks Day Curitiba 2011

Local: HOTEL PESTANA CURITIBA – Rua Comendador Araújo 499 Batel – Curitiba – PR

Telefone: (11) 2533-1962

Data: 11 de agosto de 2011

Palestra do presidente do MOL foi destaque em BH

10 junho, 2011

Ontem o presidente do MOL, Marcelo Abrileri, foi destaque no Digitalks Day em Belo Horizonte.

Prova disso você confere na matéria abaixo do Estado de Minas, principal jornal do estado e com maior tiragem.

Digitalks Day BH: e-mail com marketing bem feito funciona,
garante especialista

“O e-mail não está nem perto de morrer. Atacam tanto o e-mail por causa do spam”. A defesa é do presidente da Curriculum e da MOL (Marketing Online), Marcelo Abrileri, durante a terceira edição do Digitalks Day em BH. Para ele, e-mails que não incomodam são as ações que oferecem comprovadamente o melhor custo-benefício entre as estratégias que podem ser usadas no marketing online. Ele afirma que não adianta só pensar na beleza da peça publicitária. É necessário técnica.

Veja algumas dicas apresentadas por ele para uma boa ação de e-mail marketing.

1 – O público-alvo deve aceitar receber e-mails de ações de marketing

2 – A segmentação deve ser bem detalhada, para que o e-mail chegue à pessoa certa

3 – O servidor tem que estar bem configurado, numa rede confiável, com um domínio confiável, para que o e-mail não seja identificado como spam

4 – Tenha cuidado com as palavras e símbolos usados no subject do e-mail. É ele que desperta o interesse do leitor. Ou não

5 – Cuidado com as palavras e símbolos da peça publicitária. Crie uma boa experiência, sem ser apelativo ou usar excesso de informação

6 – Cheque os e-mail devolvidos, veja o motivo da devolução

7 – Faça uma ‘landing page’ que conta toda a história da oferta antes do leitor entrar no site propriamente dito

8 – Faça relatórios e analise os resultados para planejar uma nova ação. Isso mostra como a campanha reage e em qual tipo de público

9 – Dê continuidade à ação de marketing

10 – Não tenha pressa. Resultados são construídos

Fonte: Estado de Minas

Marcelo Abrileri fala hoje no Expo Digitalks em Free Seminar

1 junho, 2011

Hoje tem Expo Digitalks em São Paulo, grande evento de marketing online da América Latina. O MOL é presença confirmada com estande e Marcelo Abrileri, presidente da agência, vai debater sobre o poder do marketing digital e a evolução da Internet.

A palestra ocorre às 15h. Já fez a inscrição? Não perca esse encontro marcante com os profissionais mais influentes do segmento no mundo todo!

MOL patrocina primeira edição do Expo Digitalks

1 junho, 2011

Agência contará com estande no evento e presidente da empresa vai debater a evolução da Internet e o poder do marketing online

São Paulo, junho de 2011 – O MOL, agência focada em ações de marketing na Internet, participa da primeira edição do Expo Digitalks, grande evento do segmento na América Latina que acontece entre os dias 1e 2 de junho, em São Paulo.

Durante o encontro, Marcelo Abrileri, presidente da empresa, vai falar sobre como aproveitar a força do marketing online e do e-mail para divulgação de uma marca e para as vendas no mundo digital. “Queremos levar a todos que se inscreveram no Free Seminars – Seminários Gratuitos – a nossa expertise, mostrando como é essencial focar nas atividades de divulgação pela web, já que 1/3 do mundo está totalmente conectado, além de orientar todas as etapas de planejamento e execução de uma ação de e-mail marketing”, afirma o executivo.

O MOL contará também com um estande no evento, onde os participantes terão a oportunidade de conhecer o último lançamento da empresa, a plataforma Reports, que é utilizada para monitoramento das campanhas de e-mail marketing.

“Ela permite que o cliente meça tudo e contabilize as taxas de entrega, abertura e clique, além de identificar quem interagiu com o e-mail marketing. É uma ferramenta avançada e única na sua categoria que possibilita planejar novas ações com o público que teve interesse no conteúdo que foi enviado”, conclui Abrileri.

Outras ferramentas da agência estarão à disposição com suporte de funcionários da empresa.

Serviço

Expo Digitalks 2011

LocalFecomercio – Rua Doutor Plínio Barreto, 285 – Bela Vista – São Paulo – SP

Tel: (11) 3254-1700

Data: 1 e 2 de junho de 2011

Free Seminars – Palestra Marcelo Abrileri – A evolução da Internet e o poder do Marketing Online

Local: Sala 2 – MARKETING, MÍDIA E MOBILE

Data: 1º de junho de 2011 – quarta-feira

Horário: 15h